Coloque seu arquivo
Escolha ou arraste um arquivo .flac. Dá para colar o conteúdo também.
Ao escolher um arquivo .flac, você vê a posição da assinatura fLaC e cada bloco de metadados em ordem, com tipo, marcador de último bloco, deslocamento e tamanho. A seção STREAMINFO traz tamanhos de bloco e de quadro, taxa de amostragem, canais, bits por amostra, total de amostras e a duração exata, também em forma de fração quando a divisão não é inteira. Os comentários Vorbis aparecem na ordem do arquivo, com campos repetidos mantidos em linhas separadas; dá para copiá-los como linhas CAMPO=valor ou baixá-los em .txt. Bytes UTF-8 inválidos aparecem como caracteres de substituição (�). Um comentário CAMPO=valor com esses bytes recebe a marca de UTF-8 inválido na coluna de situação; um comentário sem sinal de igual é marcado ali apenas como malformado, e o problema de codificação dele fica visível pelos caracteres de substituição e na lista de ocorrências. O deslocamento em bytes de um erro de codificação em comentário aparece só nessa lista, enquanto o texto do codificador e as descrições de imagem o mostram ao lado do valor. Blocos de imagem, tabela de busca, cue sheet e aplicação são resumidos, e tags ID3 coladas antes ou depois dos dados FLAC têm sua posição indicada.
ou arraste um arquivo aqui
Escolha ou arraste um arquivo .flac. Dá para colar o conteúdo também.
O arquivo é lido e analisado neste navegador; nada é enviado.
Veja o que voltou e então copie, baixe ou siga em frente.
Quer saber o que acontece com os arquivos? Leia o aviso de privacidade →
Escolha o arquivo .flac nesta página e todos os comentários Vorbis, como ARTIST, ALBUM e DATE, aparecem na ordem em que foram gravados. Campos repetidos ficam em linhas próprias, e o nome de cada campo é mostrado como está e em maiúsculas para facilitar a leitura.
Sim: os comentários também ficam disponíveis como linhas CAMPO=valor, que você copia ou baixa num .txt em UTF-8 com o nome do seu arquivo FLAC. O texto cobre exatamente os mesmos comentários da tabela, na mesma ordem e com os duplicados.
Não. O arquivo FLAC é lido por um script dentro da aba do seu navegador e os bytes não vão para servidor nenhum. Só os blocos de metadados do início são analisados, os quadros de áudio são ignorados e, ao recarregar a página, o resultado some.
Basta abrir esta página no Edge, Chrome ou Firefox e selecionar o arquivo; nada precisa ser instalado no Windows. No Mac funciona do mesmo jeito pelo Safari. Além das tags, você vê os valores do STREAMINFO e os dados dos blocos de imagem.
O erro indica que a assinatura fLaC não está no começo do arquivo, mesmo depois de pular tags ID3v2. Geralmente é um WAV, MP3 ou M4A renomeado para .flac; mudar a extensão não converte o áudio, por isso nenhum dado de fluxo é exibido.
Significa que os bytes acabaram antes de um bloco de metadados marcado como o último, o que costuma acontecer com downloads incompletos ou cópias cortadas. Os blocos lidos até ali continuam listados; o aviso descreve só a disposição dos bytes.
O limite é de 256 MB (268.435.456 bytes) por arquivo FLAC; acima disso ele é recusado antes de qualquer leitura. Dentro do arquivo, a leitura para em 4.096 blocos, 5.000 comentários ou 8 MiB de texto de tags, e um aviso informa qual limite foi atingido.
A imagem em si não aparece: cada bloco PICTURE é listado com código de tipo, tipo MIME, descrição, largura e altura declaradas, profundidade de cor e tamanho dos dados. Os bytes da capa são pulados, então não há pré-visualização nem download dela.
Não. O MD5 exibido é a impressão digital que o codificador gravou para o áudio sem compressão, e conferir esse valor exigiria decodificar o áudio, o que esta ferramenta nunca faz. Um MD5 só com zeros apenas indica que o codificador não o preencheu.
A ferramenta só lê bytes de metadados e nunca reproduz nem decodifica o áudio, mas não afirma se o arquivo FLAC é seguro, livre de malware ou licenciado de forma legítima. Campos como COPYRIGHT e LICENSE são declarações do próprio arquivo e aparecem como foram escritos.