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Inspetor de fontes: estrutura de arquivos TTF, OTF, WOFF e WOFF2

Selecione um arquivo .ttf, .otf, .woff ou .woff2 de até 50 MB para inspecionar a fonte: o contêiner (SFNT puro, WOFF ou WOFF2) e o tipo de contorno (TrueType ou CFF); cada tabela com deslocamento, comprimento, soma de verificação gravada e recalculada; unitsPerEm, caixa delimitadora, ascendente, descendente, entrelinha, peso, ângulo itálico e número de glifos de head, hhea, maxp, OS/2 e post; os registros da tabela name decodificados por plataforma, codificação e idioma, para ver nome e versão da fonte, copyright e nome PostScript; as faixas Unicode das subtabelas cmap nos formatos 0, 4, 6 e 12; os eixos e instâncias de uma fonte variável (fvar); e os bits fsType de incorporação. As tabelas WOFF compactadas com zlib são descompactadas no próprio navegador. Anomalias aparecem em Observações estruturais, o que não foi interpretado fica em Não interpretado, e o resultado inteiro pode ser baixado como relatório JSON.

Tipos de arquivo: .ttf, .otf, .woff, .woff2Processamento: Este navegador

ou arraste um arquivo aqui

✓ Não sai deste aparelhoTamanho máximo: 48 MB
COMO USAR

Como usar o Inspetor de fontes: estrutura de arquivos TTF, OTF, WOFF e WOFF2

01

Coloque seu arquivo

Escolha ou arraste um arquivo .ttf, .otf, .woff ou .woff2. Dá para colar o conteúdo também.

02

Deixe a ferramenta ler

O arquivo é lido e analisado neste navegador; nada é enviado.

03

Confira o resultado

Veja o que voltou e então copie, baixe ou siga em frente.

Perguntas frequentes

Como abrir um arquivo OTF no navegador para ver nome, versão e métricas?

Basta selecionar ou arrastar o arquivo OTF para esta página: o painel de métricas e a tabela de registros name aparecem em seguida, sem instalar a fonte. No name, o ID 1 é a família, o 4 é o nome completo, o 5 é a versão e o 6 é o nome PostScript. As métricas vêm de head, hhea, OS/2 e post.

O arquivo de fonte é enviado para algum servidor durante a análise?

Não. A leitura acontece no seu navegador e os bytes da fonte não são transmitidos, nem gravados no armazenamento do navegador, nem convertidos em URL de objeto. Depois que a página carrega, a inspeção não faz requisições de rede, o que permite examinar fontes encomendadas ainda não lançadas.

Dá para inspecionar uma fonte TTF no celular Android ou no iPhone?

Dá, desde que o navegador seja atual: Chrome no Android e Safari no iPhone funcionam, assim como navegadores de computador. Escolha a fonte pelo seletor de arquivos ou pelo app Arquivos. Para WOFF é preciso o DecompressionStream do navegador; versões antigas não conseguem descompactar essas tabelas.

O que significa o erro ERR_TABLE_COUNT_EXCEEDS_INPUT ao abrir uma fonte?

O cabeçalho declara mais tabelas do que cabem no arquivo, ou seja, o diretório terminaria depois do fim dos dados. Isso costuma indicar download interrompido ou arquivo cortado. A ferramenta para antes de reservar memória para esse diretório; baixe a fonte de novo e confira o tamanho.

A análise da fonte mostra recursos OpenType, kerning ou uma prévia dos glifos?

Não. Tabelas como GSUB, GPOS, kern e as de hinting aparecem na lista Não interpretado como tabelas conhecidas, sem detalhar recursos. Também não há prévia nem desenho de glifos. O que a ferramenta lê são estrutura, nomes, métricas, cmap, fvar, fsType e a consistência de loca.

Quais formatos de fonte e qual tamanho máximo de arquivo são aceitos?

Arquivos .ttf, .otf, .woff e .woff2 de até 50 MB (50.000.000 bytes). Acima disso aparece ERR_FILE_TOO_LARGE antes de qualquer leitura de tabela. Em WOFF, a soma das tabelas descompactadas não pode passar de 200 MB, e não é possível colar texto em vez de enviar arquivo.

O campo fsType garante que posso usar a fonte comercialmente?

Não. O fsType é uma declaração gravada pela própria fonte sobre incorporação, não uma licença nem orientação jurídica. O painel mostra o valor e o significado de cada bit ativo, como incorporação restrita, prévia e impressão ou editável. O uso comercial depende da licença que você recebeu, documento que a ferramenta não viu.

Uma soma de verificação divergente indica que a fonte é pirata ou falsificada?

Não. A divergência só mostra que os bytes de uma tabela não batem com a soma registrada no diretório, algo comum em fontes regravadas ou reduzidas a subconjunto. A ferramenta não compara com nenhuma cópia de referência e nunca afirma que uma fonte é original, falsa ou segura.

Qual a diferença entre WOFF e WOFF2 nesta análise?

Em WOFF, cada tabela compactada com zlib é descompactada e analisada como num TTF ou OTF. Em WOFF2, os dados são Brotli e não são descompactados: você vê cabeçalho e diretório (comprimento original e versão de transformação de cada tabela), mas não métricas nem nomes.

Preciso instalar algum programa ou criar conta para analisar uma fonte?

Não. A análise roda numa página comum do navegador, sem cadastro, sem extensão e sem programa de edição de fontes. Também não é preciso instalar a fonte no sistema: ela é lida como dados, e o relatório pode ser baixado em JSON para guardar ou compartilhar.

Como ver os eixos de uma fonte variável e suas instâncias nomeadas?

Se houver tabela fvar, o painel de eixos lista etiqueta, mínimo, padrão, máximo, sinalizadores e ID de nome de cada eixo, marcando sem corrigir um padrão fora da faixa. As instâncias nomeadas trazem as coordenadas reais e as normalizadas entre -1 e 1, calculadas antes de qualquer mapeamento avar.