Coloque seu arquivo
Escolha ou arraste um arquivo .ttf, .otf, .woff ou .woff2. Dá para colar o conteúdo também.
Selecione um arquivo .ttf, .otf, .woff ou .woff2 de até 50 MB para inspecionar a fonte: o contêiner (SFNT puro, WOFF ou WOFF2) e o tipo de contorno (TrueType ou CFF); cada tabela com deslocamento, comprimento, soma de verificação gravada e recalculada; unitsPerEm, caixa delimitadora, ascendente, descendente, entrelinha, peso, ângulo itálico e número de glifos de head, hhea, maxp, OS/2 e post; os registros da tabela name decodificados por plataforma, codificação e idioma, para ver nome e versão da fonte, copyright e nome PostScript; as faixas Unicode das subtabelas cmap nos formatos 0, 4, 6 e 12; os eixos e instâncias de uma fonte variável (fvar); e os bits fsType de incorporação. As tabelas WOFF compactadas com zlib são descompactadas no próprio navegador. Anomalias aparecem em Observações estruturais, o que não foi interpretado fica em Não interpretado, e o resultado inteiro pode ser baixado como relatório JSON.
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Escolha ou arraste um arquivo .ttf, .otf, .woff ou .woff2. Dá para colar o conteúdo também.
O arquivo é lido e analisado neste navegador; nada é enviado.
Veja o que voltou e então copie, baixe ou siga em frente.
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Basta selecionar ou arrastar o arquivo OTF para esta página: o painel de métricas e a tabela de registros name aparecem em seguida, sem instalar a fonte. No name, o ID 1 é a família, o 4 é o nome completo, o 5 é a versão e o 6 é o nome PostScript. As métricas vêm de head, hhea, OS/2 e post.
Não. A leitura acontece no seu navegador e os bytes da fonte não são transmitidos, nem gravados no armazenamento do navegador, nem convertidos em URL de objeto. Depois que a página carrega, a inspeção não faz requisições de rede, o que permite examinar fontes encomendadas ainda não lançadas.
Dá, desde que o navegador seja atual: Chrome no Android e Safari no iPhone funcionam, assim como navegadores de computador. Escolha a fonte pelo seletor de arquivos ou pelo app Arquivos. Para WOFF é preciso o DecompressionStream do navegador; versões antigas não conseguem descompactar essas tabelas.
O cabeçalho declara mais tabelas do que cabem no arquivo, ou seja, o diretório terminaria depois do fim dos dados. Isso costuma indicar download interrompido ou arquivo cortado. A ferramenta para antes de reservar memória para esse diretório; baixe a fonte de novo e confira o tamanho.
Não. Tabelas como GSUB, GPOS, kern e as de hinting aparecem na lista Não interpretado como tabelas conhecidas, sem detalhar recursos. Também não há prévia nem desenho de glifos. O que a ferramenta lê são estrutura, nomes, métricas, cmap, fvar, fsType e a consistência de loca.
Arquivos .ttf, .otf, .woff e .woff2 de até 50 MB (50.000.000 bytes). Acima disso aparece ERR_FILE_TOO_LARGE antes de qualquer leitura de tabela. Em WOFF, a soma das tabelas descompactadas não pode passar de 200 MB, e não é possível colar texto em vez de enviar arquivo.
Não. O fsType é uma declaração gravada pela própria fonte sobre incorporação, não uma licença nem orientação jurídica. O painel mostra o valor e o significado de cada bit ativo, como incorporação restrita, prévia e impressão ou editável. O uso comercial depende da licença que você recebeu, documento que a ferramenta não viu.
Não. A divergência só mostra que os bytes de uma tabela não batem com a soma registrada no diretório, algo comum em fontes regravadas ou reduzidas a subconjunto. A ferramenta não compara com nenhuma cópia de referência e nunca afirma que uma fonte é original, falsa ou segura.
Em WOFF, cada tabela compactada com zlib é descompactada e analisada como num TTF ou OTF. Em WOFF2, os dados são Brotli e não são descompactados: você vê cabeçalho e diretório (comprimento original e versão de transformação de cada tabela), mas não métricas nem nomes.
Não. A análise roda numa página comum do navegador, sem cadastro, sem extensão e sem programa de edição de fontes. Também não é preciso instalar a fonte no sistema: ela é lida como dados, e o relatório pode ser baixado em JSON para guardar ou compartilhar.
Se houver tabela fvar, o painel de eixos lista etiqueta, mínimo, padrão, máximo, sinalizadores e ID de nome de cada eixo, marcando sem corrigir um padrão fora da faixa. As instâncias nomeadas trazem as coordenadas reais e as normalizadas entre -1 e 1, calculadas antes de qualquer mapeamento avar.