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Escolha ou arraste um arquivo .ogg, .oga ou .opus. Dá para colar o conteúdo também.
Escolha um arquivo .ogg, .oga ou .opus e a ferramenta percorre todas as páginas Ogg em ordem, remonta pacotes que atravessam páginas e identifica cada fluxo lógico pelos bytes mágicos do primeiro pacote: Opus, Vorbis, FLAC, Theora ou fluxo desconhecido, mostrado com prévia hexadecimal em vez de palpite. Ela decodifica o OpusHead (versão, canais, pre-skip, taxa de entrada, ganho de saída e mapeamento de canais) e o cabeçalho de identificação Vorbis (canais, taxa de amostragem e bitrates mínimo, nominal e máximo), lê os campos de identificação de FLAC e Theora e mostra as tags de comentário: o texto do codificador e cada comentário na ordem do arquivo. A capa de álbum embutida (METADATA_BLOCK_PICTURE) é descrita por tipo, MIME e tamanho declarado, mas nunca exibida. A duração de cada fluxo vem da última posição de grânulo, e arquivos encadeados ou multiplexados são detalhados trecho a trecho. O CRC-32 de cada página pode ser recalculado. Também é possível baixar um relatório JSON com a organização do arquivo, os trechos, cada fluxo com cabeçalho de identificação, comentários e duração, além das contagens de páginas, CRCs divergentes e ressincronizações; a lista página a página não entra no download e fica na tabela de páginas. A ferramenta lê apenas a estrutura de páginas e cabeçalhos Ogg: não decodifica nem toca áudio, e as tags são autodeclaradas por quem gerou o arquivo.
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Selecione o arquivo .ogg, .oga ou .opus e a ferramenta mostra as páginas, os fluxos lógicos, o cabeçalho de identificação, as tags e uma duração calculada, tudo sem tocar o áudio. A tabela de fluxos é o melhor ponto de partida: traz o codec detectado pelos bytes mágicos, o número de canais, a taxa de amostragem e se o fluxo terminou com página de fim de fluxo.
Abra a tabela de comentários: a primeira linha é o texto do codificador e as seguintes são as tags OpusTags na ordem do arquivo, com nome do campo original, versão em maiúsculas e valor. Valores que não são UTF-8 válido aparecem sinalizados com o byte onde a leitura falhou, em vez de serem exibidos como se estivessem corretos.
Procure na tabela de comentários um campo METADATA_BLOCK_PICTURE: se existir, há uma capa declarada no arquivo. A ferramenta informa o tipo de imagem, o MIME, o tamanho declarado em bytes e o comprimento em Base64, mas nunca decodifica nem exibe a imagem. Se o Base64 estiver malformado, esses campos ficam em branco.
Não. O arquivo é lido por código que roda nesta aba, e a inspeção não faz nenhuma requisição de rede, então áudio, tags e lista de páginas ficam no seu aparelho. Nada é gravado em armazenamento local ou cookies: ao recarregar, a ferramenta volta vazia, então baixe o relatório JSON se quiser guardar o resultado.
Sim, em um navegador atual como Chrome, Firefox ou Safari, escolhendo o arquivo pelo gerenciador de arquivos do celular. Não precisa instalar app nem codec, porque nada é decodificado. Como o arquivo inteiro é carregado na memória, arquivos próximos de 256 MiB podem travar celulares mais antigos; nesse caso, prefira um computador.
Ele mostra até onde o arquivo é legível e por que parou: arquivo terminando no meio de uma página, versão de página desconhecida ou ausência de ‘OggS’ em 64 KiB, sempre com o deslocamento em bytes. As páginas lidas antes continuam listadas, e lacunas de sequência ou pacotes incompletos aparecem como avisos. Nada é consertado.
Porque o primeiro pacote desse fluxo não começa com nenhuma assinatura conhecida de Opus, Vorbis, FLAC ou Theora. Em vez de adivinhar, a ferramenta mostra os primeiros 16 bytes em hexadecimal para você comparar com outro formato, como Speex ou um fluxo de legendas. A duração desse fluxo fica em branco.
O limite é 268.435.456 bytes (256 MiB), fixo, e a leitura também para com mais de 64 fluxos lógicos ou com pacote espalhado por mais de 512 páginas. São mantidos até 250.000 registros de página; a tabela exibe 500 linhas por vez e o campo de primeira página permite navegar pelo restante.
Não necessariamente. O CRC do Ogg detecta alterações acidentais; a divergência só diz que os bytes daquela página não batem com o valor do cabeçalho. Editores de tags, falhas de transferência ou multiplexadores com bug produzem isso. A ferramenta mostra os dois valores com a nota ‘só verificação estrutural’ e não dá veredito de segurança.
Ela é derivada da última posição de grânulo, não da contagem do áudio decodificado. Em Opus usa (grânulo − pre-skip) ÷ 48.000; em Vorbis e FLAC, grânulo ÷ taxa declarada. Fluxos sem página de fim são marcados como não terminados, e um trecho que não começa no grânulo 0 inclui esse deslocamento inicial.
Os dois usam o mesmo contêiner de páginas Ogg; a extensão só sugere o conteúdo. .opus costuma ter áudio Opus e .ogg costuma ter Vorbis, mas pode conter outros codecs. O inspetor ignora a extensão e identifica cada fluxo pelo primeiro pacote, então um .opus com Vorbis dentro aparece como Vorbis.